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sábado, 18 de abril de 2015

Indiano pensa em vender rim para ajudar filhos com obesidade grave

Anisha, de 3 anos, é a filha mais pesada, com 48 kg.
Família não tem dinheiro para procurar atendimento especializado.

Yogita, Harsh e Anisha têm, respectivamente, 34 kg, 15 kg e 48 Kgs (Foto: Tanzeel Ur Rehman/ Cover Asia Press) 

Da esquerda para a direita, Yogita, Harsh e Anisha têm, respectivamente, 34 kg, 15 kg e 48 Kgs (Foto: Tanzeel Ur Rehman/ Cover Asia Press)

Segundo o diário britânico "Mirror", Harsh toma oito copos de leite ao dia, enquanto Yogita e Anisha ingerem 8 pães do tipo chapati, 2 kg de arroz, três tigelas de ensopado, seis pacotes de salgadinhos, cinco pacotes de biscoitos, uma dúzia de bananas e um litro de leite, também diariamente.

A mãe passa o dia na cozinha enquanto o pai sai para trabalhar por um salário -- cerca de R$ 160 -- insuficiente para comprar toda essa comida. Se não ganham mais alimentos, as crianças começam a chorar e gritar. Por causa do peso, elas não conseguem andar.
A família, que vive na cidade de Gujarat, no oeste da Índia, já fez consultas com médicos locais, que acreditam que as crianças tenham síndrome de Prader Willy, que causa descontrole de apetite. No entanto, caso o diagnóstico seja correto, eles tampouco saberiam o que fazer para tratar a doença. Por isso, mandaram os meninos para médicos em hospitais maiores, que, por sua vez, o pai não pode pagar -- daí a ideia desesperada de vender um rim.

Fonte: G1.Com
Edição: Antonio Luis

 

terça-feira, 5 de março de 2013

Vice de Chávez fala em 'conspiração' e expulsa adido militar dos EUA


Ele afirmou que câncer de Chávez é 'ataque' inimigo e reafirmou unidade.
Maduro confirmou que presidente enfrenta 'complicações' no tratamento.


agravamento do estado de saúde do presidente Hugo Chávez levou o vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a ir ao vivo à TV nesta terça-feira (5) denunciar o que chamou de "conspiração" dos inimigos contra o governo e reafirmar a unidade do regime.
Maduro falou uma reunião de gabinete ao vivo na TV estatal, direto do Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas.
Ele afirmou que inimigos do regime, em especial os EUA, se aproveitam da situação de saúde de Chávez para "desestabilizar" o país, e anunciou que um adido militar dos EUA será expulso do país por "conspirar contra o regime".

Maduro também afirmou que o câncer que acomete o presidente é um "ataque" dos inimigos, um de vários ocorridos ao longo dos últimos 14 anos, segundo ele, e comparou-o à doença que provocou a morte do líder palestino Yasser Arafat.
Esse funcionário, identificado como David del Mónaco, segundo Maduro, teria procurado militares para propor um golpe contra o governo. Ele tem 24 horas para deixar o país, de acordo com o vice.
Ele prometeu também medidas para combater o que chamou de "sabotagem elétrica" que estaria ocorrendo em vários locais do país.
O vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante pronunciamento na TV nesta terça-feira (5) (Foto: AFP)O vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante pronunciamento na TV nesta terça-feira (5) (Foto: AFP)
O vice também criticou o fato de os oponentes políticos não terem respeitado o "direito humano" de Chávez ser tratado, atacando-o com mentiras sem parar.
Ele afirmou que os médicos "estão com Chávez" e que a nação venezuelana segue rezando com ele, após o que chamou de "complicações".
População de vigília
Ao longo do dia, a população da capital, Caracas, foi se reunindo em frente ao hospital militar  onde Chávez está internado.
Partidários apaixonados do presidente rezavam e choravam nesta terça-feira com o sério revés em sua batalha contra o câncer, anunciado em boletim médico na véspera.
Mulheres rezam pela saúde do presidente Hugo Chávez no hospital militar de Caracas. (Foto: Jorge Silva/Reuters)Mulheres rezam pela saúde do presidente Hugo Chávez no hospital militar de Caracas nesta terça (5) (Foto: Jorge Silva/Reuters)
Em um dos anúncios mais pessimistas até agora sobre a saúde de Chávez, o governo disse na segunda-feira à noite que os problemas respiratórios dele pioraram e ele estava sofrendo de uma nova infecção respiratória "grave" em um hospital militar de Caracas.
O presidente, de 58 anos, não tem sido visto em público nem ouvido desde que foi submetido a uma cirurgia em Cuba em 11 de dezembro, sua quarta operação desde que a doença foi detectada em sua área pélvica, em meados de 2011.
A falta de notícias claras sobre seu estado gera protestos da oposição, que argumenta que ele não tem condições de seguir à frente do país.
"Há tanta tristeza e confusão", disse a "chavista" Marisol Aponte, uma agente comunitária nas favelas de Caracas, com a voz embargada de emoção. "Mas temos de ser fortes e colocar em prática tudo o que ele nos ensinou."
"A vontade de Deus será feita. Estamos apenas orando por ele, como sempre fizemos", afirmou Maria Fernandez, de 33 anos, que trabalha como voluntária em um escritório do Partido Socialista, que ocupa a antiga casa de Chávez na aldeia rural de Sabaneta, onde ele cresceu.
O governo tem dito repetidamente que ele está lutando por sua vida. Apesar de poucos detalhes médicos, funcionários disseram que ele está respirando através de um tubo traqueal, incapaz de falar, e passando por uma nova rodada de tratamento de quimioterapia.
O governo está furioso com a especulação, particularmente entre a mídia pró-oposição, de que Chávez pode já estar morto. O líder da oposição Henrique Capriles acusou repetidamente o vice-presidente Maduro e outros de mentir sobre a condição de Chávez.
Chávez sofreu várias complicações após a cirurgia de 11 de dezembro, incluindo sangramento inesperado e uma infecção respiratória grave, que autoridades disseram que havia sido controlada.
"Hoje, há um agravamento de sua função respiratória, relacionado com o seu sistema imunitário enfraquecido. Há agora uma infecção nova, grave", disse o ministro da Informação, Ernesto Villegas, na noite de segunda-feira.
"O comandante-presidente permanece apegado a Cristo e à vida, consciente das dificuldades que está enfrentando, e cumprindo rigorosamente o programa criado por sua equipe médica."
Chávez passou por várias rodadas cansativas de quimioterapia e radioterapia, que às vezes o deixaram careca e inchado. Ele declarou-se duas vezes erroneamente curado.
A única imagem divulgada dele desde sua última operação foram quatro fotos publicadas pelo governo, enquanto ainda estava em Havana, que o mostraram deitado em uma cama de hospital.
Fonte: G1
Edição: Antonio Lui
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Chávez 'permanece estável' dentro de seu 'quadro delicado', diz ministro


Oposição venezuelana exige 'a verdade' sobre saúde do presidente.
Vice-presidente desmente boatos e diz que estado de Chávez é 'complexo'.


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, permanece "estável" dentro de seu "quadro delicado", após ter sido operado pela quarta vez contra um câncer em Cuba, disse nesta quarta-feira (2) o genro do chefe de Estado, Jorge Arreaza, ministro da Ciência e Tecnologia.
"A equipe médica nos explica que a condição do presidente Chávez permanece estável dentro de seu quadro delicado"', escreveu Arreaza em sua conta no microblog Twitter.
Em outras mensagens, o genro do presidente garantiu que Chávez "continua batalhando duro" e disse que familiares haviam ido à ilha para visitá-lo. Arreaza é casado com a filha mais velha de Chávez, Rosa Virgina.

Na noite de terça-feira, o vice-presidente, Nicolás Maduro disse em uma entrevista que Chávez segue em um estado “complexo”, sem dar mais detalhes. O presidente, reeleito e outubro deste ano, deve tomar posse dentro de oito dias diante da Assembleia Nacional, e o governo ainda não declarou o que irá fazer caso Chávez não possa estar presente.
Chávez, de 58 anos, se recupera em Cuba de uma nova cirurgia feita no mês passado contra um câncer na região pélvica, num processo pós-operatório repleto de complicações que colocaram em dúvida sua capacidade de assumir o novo mandato para o qual foi reeleito em outubro.
Pouco antes da entrevista, um jornal espanhol noticiou que Chávez estaria em coma induzido, citando fontes anônimas ligadas à inteligência do país. Maduro criticou enfaticamente o que chamou de "boatos" ligados à saúde do presidente, e pediu que o povo confiasse nas informações passadas pelo governo. "Ele está consciente do complexo estado pós-operatorio e nos pediu expressamente que mantivéssemos o povo informado.
A oposição venezuelana exigiu nesta quarta-feira que o governo que diga a verdade sobre o estado de saúde do presidente venezuelano.
Pintura com o nome de Chávez é vista na Venezuela nesta quarta-feira (2) (Foto: AFP)Pintura com o nome de Chávez é vista na Venezuela nesta quarta-feira (2) (Foto: AFP)
"É essencial que o governo atue de modo que dê confiança. É essencial que diga a verdade", afirmou o secretário executivo da Mesa da Unidade Democrática, Ramón Guillermo Aveledo, taxando de "irresponsabilidade descomunal" a intenção de fazer crer que Chávez está "em exercício de suas funções".
“Já que o governo prometeu dizer a verdade (durante a noite de terça-feira)”, por meio do vice-presidente, Nicoás Maduro, “quero que digam se acabam todas as discussões e se põem fim a todos os rumores, filhos do silêncio do governo”, afirmou.
Aveledo pediu ainda “um diagnóstico e um prognóstico médico” sobre a saúde do líder, que tem 58 anos. Esta é a primeira vez que a oposição se pronuncia tão claramente sobre a incerteza surgida desde a internação de Chávez em Cuba. O governo informou aos poucos sobre evolução do estado de saúde do presidente, que já passou por quatro cirurgias durante o tratamento de um câncer.
Fonte: G1
Edição: Antonio Luis

terça-feira, 27 de novembro de 2012

PRESIDENTE 'MAIS POBRE DO MUNDO' DIRIGE UM FUSCA E DOA 90% DO SALÁRIO


JOSÉ MUJICA, DO URUGUAI, LEVA UMA VIDA DE POUCO LUXO, MUITO DIFERENTE DO QUE SE 

PODERIA SE ESPERAR DE UM CHEFE DE ESTADO

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José Mujica, presidente do Uruguai, com seu fusca 87 (Foto: Reprodução)

Quando não está realizando trabalhos oficiais, o chefe de Estado faz questão de dirigir o seu próprio carro, um fusca azul, de 1987, avaliado em pouco mais de US$ 1.000. Mujica dispensa empregados. Faz suas próprias compras no bairro onde vive e frequentemente é visto em restaurantes populares com seus colaboradores no entorno da sede do Governo, no centro de da capital uruguaia.Aos 77 anos, o uruguaio José Mujica, presidente do Uruguai, é um ex-guerrilheiro tupamaro que passou 14 anos preso, a maioria durante a ditadura uruguaia (1973-1985). Ele vive em uma pequena chácara nos arredores de Montevidéu junto com sua esposa, a senadora Lucía Topolansky. Ali cultiva flores e hortaliças que vende nos mercados locais.

Seu salário, de US$ 12,5 mil mensais, não fica todo com ele. O presidente uruguaio fica com US$ 1.250 e doa 90% para a construção de casas populares. Segundo sua última declaração de renda, de abril passado, seu patrimônio e o de sua esposa somam cerca de US$ 212 mil. Eles possuem três terrenos, três tratores e dois carros de 1987."Se tenho poucas coisas, preciso de pouco para sustentá-las", disse recentemente em uma à BBC.
Por conta dessa vida frugal, Mujica é considerado 'o presidente mais pobre do mundo'. E agora é inspiração para um novo perfume. Martín Sastre pretende criar uma fragância com as flores que Mujica cultiva em sua chácara. Segundo o artista, as flores do presidente uruguaio guardam "a essência do autêntico luxo".
A ideia ainda não recebeu o sinal verde do presidente. Mas já tem até nome, "U from Uruguay", e anúncio publicitário. Sastre, artista audiovisual e diretor de cinema nascido em Montevidéu em 1976 e que mora em Madri, disse reconhecer Mujica como "ícone global por causa de sua filosofia de vida", por isso a intenção de criar o perfume.
Se o projeto for concretizado, a fragrância de "Pepe" (como o presidente é popularmente conhecido) seria vendida através de fundações públicas para arrecadar dinheiro e criar um fundo de fomento da produção artística.
Fonte: Revista ÉPOCA Online
Edição: Antonio Luis

sábado, 17 de novembro de 2012

Israel bombardeia sede do governo do Hamas em Gaza


Bombardeio ocorre no quarto dia consecutivo de ofensiva israelense.
Número de palestinos mortos chega a 39, segundo agência palestina.


Um bombardeio israelense atingiu na madrugada deste sábado (17) a sede do governo do movimento islamita Hamas em Gaza, no quarto dia consecutivo da ofensiva israelense "Pilar Defensivo", que já provocou a morte de 39 palestinos. Apenas neste sábado, oito pessoas morreram, de acordo com fontes médicas.
De acordo informações de fontes do Exército israelense, foi atingido o escritório do primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, no norte da Faixa de Gaza. O prédio foi destruído. Haniyeh não estava no local no momento do ataque.
Os novos ataques ocorrem após o lançamento sem precedentes contra a cidade sagrada de Jerusalém, que aumentou a tensão entre palestinos e israelenses.
Segundo o Exército israelense, 200 alvos em Gaza foram atingidos na madrugada deste sábado, incluindo 120 lançadores de foguetes e 20 túneis.
Em contrapartida, um foguete disparado desde Gaza contra Israel deixou três soldados israelenses feridos.
 Imagem mostra fumaça após ataque aéreo israelense contra o território palestino neste sábado (17) (Foto: AFP)Imagem mostra fumaça após ataque aéreo israelense contra o território palestino neste sábado (17) (Foto: AFP)
Em Gaza foi possível ouvir um intenso bombardeio entre 4h e 5h (horário local). Ao menos 180 alvos na Faixa de Gaza foram bombardeados por Israel durante a madrugada.

A Força Aérea Israelense também continuou atacando seus alvos iniciais, os locais de depósito de armas dos militantes palestinos e suas áreas militares. O Exército convocou milhares de reservistas e mobilizou tropas, tanques e outros veículos armados pela fronteira com Gaza, sinalizando que uma invasão terrestre pode estar próxima. Por enquanto, nenhuma ação foi confirmada.

Além da sede do Governo do Hamas em Gaza, foram atingidos o Estádio Palestina, um centro de esportes e juventude administrado pelo Ministério do Esporte, o complexo central da Polícia do Hamas em Gaza e outras delegacias.
Os ataques também tiveram como alvo transformadores de energia elétrica e a rede de túneis usados para o contrabando de armas do Egito para Gaza.
Duas casas pertencentes a destacados funcionários do Executivo do Hamas também foram atingidas: uma no campo de refugiados de Jabalya, ao norte, e outra na capital da Faixa de Gaza. Em Jabalya, cerca de 30 pessoas ficaram feridas.
Com os novos ataques, o número de palestinos mortos chegou a 39. O balanço de feridos é de 280 pessoas desde o início da operação militar, na última quarta-feira (14).
Criança ferida em bombardeios israelenses contra Gaza chora em hospital em Beit Lahia neste sábado (17) (Foto: AFP)Criança ferida em bombardeios israelenses contra Gaza chora em hospital em Beit Lahia neste sábado (17) (Foto: AFP)
Mortos
Na madrugada deste sábado, nove palestinos morreram em novos ataques israelenses, somando 39 vítimas fatais desde quarta-feira, informaram fontes médicas da Faixa de Gaza. Três israelenses também morreram nos confrontos.

Até a meia-noite local, o balanço era de 29 vítimas fatais, mas nas últimas horas morreram duas pessoas que haviam sido internadas com ferimentos e outros oito palestinos atingidos em diferentes bombardeios.
mapa gaza 16/11 (Foto: 1)
Um homem faleceu em um bombardeio israelense ao leste da cidade de Khan Yunes, enquanto outros três morreram em um ataque similar ao leste do campo de refugiados de Al-Mughazi, segundo Ashraf al-Quedra, porta-voz do Ministério da Saúde em Gaza, que calculou os feridos em 300 desde o início da ofensiva israelense.
Além disso, outras três pessoas morreram em outro bombardeio da aviação israelense ao leste da cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, segundo a emissora de televisão "Al-Aqsa", ligada ao Hamas.
Bombardeios
O porta-voz do Hamas em Gaza, Sami Abu Zuhri, advertiu em comunicado que Israel "pagará um alto preço por seus crimes", uma vez que 'ultrapassou todas as linhas vermelhas.

Segundo a "Ma'an", 30 civis foram feridos em ataques contra o campo de refugiados de Bureij, onde a Força Aérea israelense bombardeou uma mesquita e a casa de um miliciano do Hamas.
Durante a noite, as milícias palestinas seguiram lançando foguetes contra o território israelense, um dos quais matou na terça-feira três civis israelenses.
Dois projéteis caíram sobre a região do Conselho de Ashkelon, um na área de Sderot e outro na de Shaar Negev, sem deixar vítimas, informou a versão digital do diário israelense "Yedioth Ahronoth".
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Palestinos observam estragos após ataque aéreo israelense na Cidade de Gaza em 17 de novembro de 2012. Os ataques atingiram a sede do gabinete de governo do Hamas em Gaza, depois que militantes dispararam foguetes contra Jerusalém e Tel Aviv (Foto: MARCO LONGARI / AFP)Homens observam outro prédio atingido em ataque aéreo israelense na Cidade de Gaza neste sábado. (Foto: MARCO LONGARI / AFP)Fonte: G1Edição: Antonio Luis

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Zebra é atacada por crocodilo durante migração anual no Quênia


Animal adulto conseguiu escapar, mas logo foi morto por outros três répteis.
Rebanho com cem mamíferos cruzava o Rio Mara quando foi perseguido.


Uma zebra adulta foi flagrada no Quênia, leste da África, sendo atacada por um crocodilo faminto enquanto cruzava o Rio Mara, durante a migração anual desses mamíferos e de gnus.
Seguindo as chuvas, os animais vieram de uma região chamada Serengeti, que vai do sudoeste do Quênia até o norte da Tanzânia.
A foto abaixo foi feita pela alemã Gabriela Staebler, vencedora de vários prêmios de vida selvagem. O réptil conseguiu quebrar a mandíbula da zebra, que acabou escapando. Em seguida, porém, outros três crocodilos grandes se aproximaram da presa e a puxaram para baixo d’água, afogando e dilacerando o bicho.
Jacaré e zebra Quênia (Foto: Gabriela Staebler/Caters)Crocodilo quebra mandíbula de zebra no Rio Mara, no Quênia, leste da África (Foto: Gabriela Staebler/Caters)
Após alguns minutos, uma dúzia de crocodilos já se alimentava da carcaça da zebra. Em meia hora, sobrou apenas a pele do animal.
Outras imagens clicadas pela fotógrafa alemã mostram o rebanho com centenas desses mamíferos tentando atravessar as águas e escapar das garras vorazes dos predadores.
Segundo Gabriela, os enormes crocodilos estavam esperando as zebras cruzarem o rio, que não é muito profundo. Quando os mamíferos entraram na água com desconfiança, os répteis logo se aproximaram.
Fonte: G1
Edição: Antonio Luis

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

'A dor física permanece, mas agora eu me sinto livre'


Kim Phúc, sobrevivente da Guerra do Vietnã retratada na famosa foto de Nick Ut, fala ao site de VEJA sobre suas lembranças de 1972 e de como tem conseguido superar os traumas da infância

Cecília Araújo
Kim Phúc e seu filho Thomas, em 1995
Kim Phúc e seu filho Thomas, em 1995 (Joe McNally/Time & Life Pic/Getty)
Em 8 de julho de 1972, no vilarejo de Trang Bang, no Vietnã do Sul, uma imagem em que crianças correm e choram enquanto a fumaça dos explosivos é vista ao fundo seria eternizada pelo fotógrafo vietnamita Nick Ut. A foto comoveu o mundo e tornou-se símbolo da Guerra do Vietnã. A menina Phan Thi Kim Phúc somente se daria conta da importância daquela imagem muitos anos mais tarde. Em entrevista concedida por telefone ao site de VEJA, ela conta que, quando viu a foto pela primeira vez, se sentiu muito constrangida, principalmente por estar nua. “Não gostei nem um pouco daquilo, e me perguntava por que tinham tirado uma foto tão feia”, lembra. Com a repercussão da imagem, o governo comunista decidiu usar a figura de Kim para fazer propaganda do regime e ela foi forçada a abandonar os estudos. Hoje, ela lamenta não ter realizado o sonho de estudar medicina em Saigon, mas olha para a foto de uma forma diferente. “Hoje entendo que ela foi um presente poderoso para mim. Aceito que fui aquela garota e que agora posso usar minha experiência a favor da paz”.

Na foto, Kim tinha apenas nove anos. Parte do seu choro refletia sua dor após a queimadura por napalm (líquido inflamável à base de gasolina gelificada) em 55% de seu corpo. Ela está no Brasil nesta semana para participar do 8º Congresso Brasileiro de Queimaduras, em Florianópolis (SC), onde deve falar sobre o tratamento ao qual se submeteu e que incluiu 17 cirurgias. A vietnamita mora em Toronto desde 1992, com o marido e dois filhos, Thomas, de 18 anos, e Stephen, de 15. Em 1997, foi chamada para ser embaixadora da boa vontade das Nações Unidas e criou a Fundação Kim, que fornece suporte médico e psicológico como forma de superar as experiências traumáticas. A instituição tem projetos em escolas e hospitais em países como Uganda, Timor-Leste, Romênia, Tadjiquistão, Quênia e Afeganistão. Um livro sobre sua vida foi lançado em 1999, assim como um documentário posterior. Recentemente, ela reencontrou o fotógrafo que eternizou sua imagem. Os dois se encontraram em New Jersey, nos Estados Unidos. “Ele se tornou parte da minha família, nos tornamos amigos muito próximos”. Leia a entrevista a seguir:

Nick Ut/AP
Phan Thi Kim Phúc, em fotografia histórica tirada por Nick Ut
Phan Thi Kim Phúc, em fotografia histórica tirada por Nick Ut em 1972
A senhora tinha apenas nove anos quando seu vilarejo foi bombardeado. Do que mais se lembra daquele dia? Estava em casa com minha família quando os soldados do Vietnã do Sul, que nos protegiam, vieram avisar à minha mãe que os militares do Norte estavam ocupando a nossa cidade. Foi então que soubemos que a guerra estava se aproximando. Minha mãe decidiu levar toda a família para um templo próximo à saída do vilarejo, porque achamos que esse seria um lugar seguro. Mas, em tempos de guerra, nenhum lugar é seguro. Lembro-me de que as crianças não tinham permissão para brincar longe de um abrigo antibombas. Estávamos escondidos ali com outros moradores e soldados havia três dias, até que, depois do almoço, ouvimos o barulho de várias explosões do lado de fora. E os adultos encontraram marcas feitas com giz nas paredes do templo, o que significava que o local seria bombardeado em breve. Então, os soldados do Sul avisaram que todos nós teríamos que correr para não sermos mortos. As crianças foram na frente, e os adultos vieram atrás. De repente, vi um avião chegando muito perto de nós. Não sabia o que fazer, não conseguia correr. Fiquei parada ali. Quando virei para trás, quatro bombas caíram. Podia ouvir o som e ver o fogo por todos os lados. Minha roupa inteira se queimou. Então, vi fogo em meu braço esquerdo. Tentei apagá-lo com a mão direita, mas acabei queimando-a também. Eu estava tão assustada. Graças a Deus que pelo menos meus pés não se queimaram. Foi um milagre! Eu teria ficado ali, sem conseguir me deslocar. O pior poderia ter acontecido. Continuei correndo, até que eu me sentia tão cansada, que não conseguia mais correr. Então, parei e gritei: “Muito quente, muito quente!”. Um dos soldados tentou me ajudar e jogou água fria em mim. Depois disso, perdi a consciência. E não me lembro de mais nada.

História


  1. A presença de unidades de combate americanas no Vietnã só foi oficializada em 1965. Muitos historiadores, porém, consideram que a guerra começou em 1961, ano em que o presidente americano John Kennedy enviou uma carta ao seu colega do Vietnã do Sul, Ngo Dinh Diem, comprometendo-se a impedir que o país fosse unificado sob o comando do regime comunista do norte da ex-colônia francesa
  2. Considerado o primeiro grande conflito entre tropas regulares e guerrilheiros, a Guerra do Vietnã transformou-se em um atoleiro no qual não se encontraria uma vitória, mas do qual os Estados Unidos só saíram em 1975, depois que a opinião pública americana, chocada com imagens como a da menina queimada por uma bomba de napalm, se voltou contra a guerra.


Quais pensamentos passavam pela sua cabeça enquanto corria e chorava no momento retratado pela foto de Nick Ut?Logo depois que me queimei, só conseguia pensar em como eu ficaria feia e deixaria de ser normal, que as pessoas me veriam de uma forma diferente. Ainda me lembro disso. Mas, depois, parei de pensar em qualquer coisa, porque estava aterrorizada demais para isso. Só continuava correndo e correndo. 

Como a senhora reagiu? Os primeiros 20 anos foram os mais difíceis. Achei que nunca teria um namorado, me casaria ou teria filhos. Nunca imaginei ter uma vida normal. Minha autoestima era muito baixa, por causa das queimaduras, das cicatrizes e da dor. Não fui queimada com água quente, mas com napalm, que queima por baixo da pele, profundamente. Fiquei no hospital por 14 meses, incluindo as 17 cirurgias que fiz e o período de reabilitação. Isso para uma garota de nove anos... Até hoje ainda sinto dor. Dependendo do clima do lugar onde estou, ela é mais forte. Hoje, meus filhos quando se machucam se lembram de mim: “Nada se compara a sua dor, mamãe”. 

Quais traumas permaneceram dessa época? Até hoje tenho muitos pesadelos durante a noite. Na maior parte das vezes vejo incêndios e armas que me perseguem. Eu corro sem parar até que acordo cansada e assustada. Tentei evitar por muito tempo ver filmes que tinham armas, guerra e violência. Tudo isso me levava de volta para o momento em que me queimei. Mesmo quando vejo homens fardados, a imagem de um verdadeiro conflito armado vem à minha cabeça. É horrível. 

Como se sentiu quando soube que uma foto sua se tornou famosa no mundo todo?Pensei: “Meu Deus, minha foto ficou famosa, mas eu não sou famosa!” Já tinha visto a imagem antes, mas só dez anos depois, aos 19, descobri que ela tinha rodado o mundo. No Vietnã, a guerra acabou e ninguém mais soube dessa foto. Ela saiu no jornal local, mas não teve tanto impacto. Me lembro de quando voltei do tratamento de queimaduras, e meu pai me mostrou a foto. Ele tinha recortado do jornal e guardado para me mostrar. Fiquei completamente chocada. Achei muito constrangedor estar nua, e todos podiam ver. Não gostei nem um pouco daquilo, e me perguntava por que tinham tirado uma foto feia. Fiquei me sentindo mal por causa do meu corpo, mesmo. Acho que é normal, todo mundo quer sair bonito numa foto. 

A fama teve um impacto positivo ou negativo na sua vida? No começo, não liguei muito. Fiquei levemente feliz, pois as pessoas começaram a prestar atenção em mim. Mas, depois, isso foi longe demais. Vários jornalistas me procuravam, minha história virou notícia. E minha vida ficou uma bagunça. Eu tinha um grande sonho: virar médica. E o governo me proibiu de estudar medicina em Saigon, porque eu era muito importante, precisava dar entrevistas. E isso foi muito negativo para mim. Demorou muito tempo, quase 20 anos, para eu entender a importância daquela imagem. Hoje, eu entendo que ela foi um presente poderoso para mim. Aceito que fui aquela garota da foto e que hoje posso usar essa experiência a favor da paz. 

Quando sua vida tomou um rumo diferente? Desde que me mudei para o Canadá, em 1992, tudo começou a mudar. Antes, achava minha vida horrível. Além das queimaduras, estava emocionalmente perturbada. Sentia ódio, raiva, amargura, e isso era muito duro para mim. Em 1982, me tornei cristã no Vietnã e aprendi a lidar melhor com esses sentimentos. Aprendi a perdoar, amar meus inimigos, como a Bíblia diz. Quanto mais rezo pelos meus inimigos, melhor eu me sinto. Eu ameaçava essas pessoas à morte. Queria que sofressem também. Hoje meu coração está curado. A dor física permanece, mas agora eu me sinto livre. Agora tenho liberdade, aprendi a perdoar, a seguir em frente, a usar minha experiência para ajudar outros que passam pela mesma dor, física ou emocional. Estou muito feliz por achar um propósito para a minha vida. Hoje posso ver o milagre que foi ser queimada e ainda estar viva. Estou muito agradecida, mas demorou um tempo para que eu aprendesse isso. 

O que mudou no Vietnã depois da guerra? Não havia mais perigo, explosões, armas. Mas havia tanto a ser feito pelas pessoas... Muitas casas foram destruídas completamente durante a guerra. Não tínhamos onde morar ou o que comer, também faltava dinheiro. Nosso objetivo era a sobrevivência, dia após dia. Nos últimos anos, a realidade no Vietnã tem se tornado cada vez melhor. O sistema ainda é comunista, mas a economia está crescendo. 

Qual mensagem pretende passar aos brasileiros? Queria dividir minha experiência de vida e passar a mensagem de que todos podem aprender a viver com amor, esperança e perdão. Se todos pudessem aprender isso, não precisaríamos de guerra. Se aquela garotinha pode fazer isso, outras pessoas também podem.

Fonte: Revista Veja Online
Edição: Antonio Luis

sábado, 6 de outubro de 2012

Blogueira cubana anuncia no Twitter que foi libertada


Dissidente seguia para julgamento de político espanhol em Bayamo.
Ela foi detida junto com o marido, Reinaldo Escobar.


A blogueira cubana Yoani Sánchez anunciou na noite desta sexta (5), em sua conta no Twitter, que foi libertada.

Yoani Sánchez e outros dissidentes foram detidos ao viajarem para a cidade onde está sendo julgado um político espanhol envolvido no acidente rodoviário que causou a morte do proeminente oposicionista Oswaldo Payá.

A Anistia Internacional e a Comissão Cubana de Direitos Humanos disseram que Sánchez foi presa na tarde de quinta-feira em Bayamo, no sudeste da ilha, junto com seu marido, Reinaldo Escobar, e outro acompanhante.

"Yoani planejava cobrir nesta manhã a abertura do julgamento do político espanhol Angel Francisco Carromero Barrios para o jornal espanhol 'El País'", disse a Anistia em nota. A ativista se tornou conhecida no exterior por causa das críticas ao regime comunista que faz no seu blog, o Geração Y.

Carromero, de 26 anos, é acusado de homicídio por causa do acidente de 22 de julho que matou Payá, de 60 anos, e outro ativista, Harold Cepero, de 31. Carromero pode ser condenado a pena de 1 a 10 anos de prisão, num caso que despertou grande atenção internacional.

Fonte: G1
Edição: Antonio Luis

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

FARC DEFENDEM A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL NO PROCESSO DE PAZ


                    Apoio. Militares e helicóptero brasileiros usados no resgate de reféns libertados pelas Farc: apesar de fornecer armamentos à Colômbia, Brasil é visto com bons olhos pela guerrilha

              Apoio. Militares e helicóptero brasileiros usados no resgate de reféns libertados pelas Farc: apesar de fornecer armamentos à Colômbia, Brasil é visto com bons olhos pela guerrilha

RIO — As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) defendem a participação do Brasil no processo de paz colombiano. “É um país que tem tido uma boa posição. Sobretudo, não declarou as Farc terroristas”, justifica Marco León Calarcá, um dos quatro negociadores nomeados pela guerrilha para se sentarem à mesa de negociação. O primeiro encontro está previsto para ocorrer no dia 15 em Oslo. Depois, as reuniões continuam em Cuba, de onde Calarcá falou, por telefone, ao GLOBO.
No início do mês passado, o governo colombiano e a guerrilha anunciaram aquela que será a quarta tentativa de pôr um ponto final ao conflito, iniciado há 48 anos. A decisão tomada pelo governo do presidente Juan Manuel Santos significou uma guinada em relação à postura de confronto intransigente adotada pelo então presidente Álvaro Uribe (2002-2010), padrinho político de Santos e hoje uma das principais vozes críticas ao processo de paz.
- As Farc sempre quiseram tratar o problema nacional pelo diálogo e não pela guerra. Se as circunstâncias permitirem, esse será o caminho a seguir e esse será o caminho à paz - diz Calarcá, que nega o risco de que, uma vez firmado o acordo pela cúpula da guerrilha, grupos dissidentes possam manter vivo o conflito. -As determinações que se tomem numa mesa são compromisso para toda a organização. Não há espaço para que isso aconteça.
O processo conta com o apoio direto de Venezuela, Cuba, Chile e Noruega. O Brasil ficou de fora. O presidente Santos ligou para a presidente Dilma Rousseff pouco antes de anunciar o acordo. Segundo uma fonte da diplomacia brasileira, a ausência brasileira não causa nenhum prejuízo e está de acordo com a política “de resultados, não de prestígio” adotada pelo país.
Itamaraty ‘pronto a apoiar’
As Farc são consideradas uma organização terrorista pelos EUA (desde 1997) e pela União Europeia (desde 2002). Tanto Uribe como Santos tentaram convencer o Brasil a fazer uma declaração semelhante, mas sem sucesso. Isso fez com que o país ganhasse pontos com a guerrilha, como indica a declaração de Calarcá. Isso apesar de o Exército colombiano contar com aviões da Embraer para combatê-la, e de declarações como a feita pelo então ministro da Defesa Nelson Jobim, em 2010, de que receberia os guerrilheiros “à bala" se entrassem no Brasil.
Além disso, o acordo de cinco pontos discutirá temas como a questão agrária colombiana e o narcotráfico - a guerrilha, acusada por EUA e ONU de ser ativa no tráfico, é favorável à legalização das drogas, alegando ser uma forma de combater o fenômeno - além de prever a possibilidade de participação dos desmobilizados na política. Ou seja, caso o processo de paz dê certo, as Farc poderão emergir como um ator político convencional. Nessas condições, o peso brasileiro é outro atrativo.
- O Brasil é um dos países que têm importância latino-americana, que pode influir sobre a economia regional em eixos de grande alcance - diz Calarcá. - Nós sempre consideramos que são necessárias mudanças na vida colombiana e em todo o continente por igual. Se nos dão a possibilidade de fazer parte das decisões do país (Colômbia), bem-vinda seja.
Em nota, o Itamaraty afirmou que “o governo apoia o processo de negociação” e que, “na medida em que puder ajudar, o Brasil está pronto a continuar a apoiar o diálogo e as negociações.”
Professora da Universidade Nacional de Quilmes (Argentina) e bolsista do Ipea, Monica Hirst avalia que uma eventual participação brasileira seria positiva para o país, inclusive no que toca ao pleito de uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU.
Alguns analistas políticos afirmam que a recente chegada ao poder de governos de esquerda - como os liderados pelos ex-guerrilheiros Dilma Rousseff e José Mujica (no Uruguai) - é um dos estímulos à desmobilização das Farc. Calarcá vê o caso colombiano nesse contexto.
- O conflito colombiano com certeza parece muito com (os de) Brasil, Uruguai, Paraguai e Chile.
O negociador das Farc também indica que não irá exigir que o cessar-fogo, um dos pontos do plano de paz, seja uma condição para os diálogos. Santos diz que não haverá tréguas.
- Tem que se chegar a isso no momento claro. Quando já houver todos os elementos em concordância e definidos na mesa, então se acordará como fazer o cessar-fogo - diz Calarcá.
Mas, enquanto Santos tem dito que o processo de paz será uma questão de “meses, não de anos”, o negociador da guerrilha prefere rejeitar quaisquer limites de tempo.
- O importante é que o acordo saia, e não o tempo.


Fonte: O GLOBO
Edição: Antonio Luis

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Cão 'malandro' é flagrado em cima de búfalo em rio no Paquistão


Cena foi registrada no rio Ravi, em Lahore.
Imagem foi feita pelo fotógrafo Mohsin Raza.



Um cão foi flagrado nesta terça-feira (28) sobre as costas de um búfalo que estava no rio Ravi, em Lahore, no Paquistão. (Foto: Mohsin Raza/Reuters)Um cão foi flagrado nesta terça-feira (28) sobre as costas de um búfalo que estava no rio Ravi, em Lahore, no Paquistão. (Foto: Mohsin Raza/Reuters).Fonte: G1Edição: Antonio Luis

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Assassino de John Lennon tem liberdade negada pela 7ª vez



Mark David Chapman
Mark David Chapman, acima, logo após o assassinato do ex-beatle John Lennon, e abaixo, em foto atual (Reuters)

As autoridades penitenciárias americanas rejeitaram nesta quinta-feira o sétimo pedido de liberdade de Mark David Chapman, o homem que assassinou o ex-Beatle John Lennon em 1980, em Nova York.
"Sua libertação neste momento afetaria de maneira importante o respeito pela lei e tenderia a banalizar a trágica perda humana causada como resultado de seu crime atroz, não provocado, violento, frio e calculado", afirmaram as autoridades em um comunicado.
A decisão foi adotada após uma audiência por videoconferência nesta quarta-feira com Chapman, de 57 anos, que está detido na penitenciária de segurança máxima de Wende, em Alden, estado de Nova York.
Chapman foi condenado em 1981 a uma pena que podia ir dos 20 anos até a prisão perpétua pelo assassinato de Lennon, diante do prédio em que o ex-Beatle morava, de frente para Central Park, em Nova York.
Este foi o sétimo pedido de liberdade de Chapman desde 2000, ano em que passou a ter a possibilidade de deixar a prisão. A próxima audiência do caso está marcada para agosto de 2014.
Fonte: Revista Veja Online
Edição: Antonio Luis