quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

HOSNI MUBARAK DEVE RENUNCIAR HOJE, DIZ NBC

O presidente do Egito, Hosni Mubarak, deve renunciar ao poder na noite desta quinta-feira (10) (horário local), informou a rede norte-americana NBC, citando duas fontes do escritório presidencial. O secretário-geral do governista Partido Nacional Democrático, Hossam Badrawi, disse em entrevista à rede BBC que Mubarak poderia "responder às demandas do povo até amanhã".
No poder desde 1981, Mubarak já anunciou que não pretende concorrer à reeleição em setembro. Os manifestantes exigem, porém, sua renúncia imediata. "Eu espero que o presidente responda às demandas do povo, porque o que importa para ele no final é a estabilidade do país. O posto não é importante para ele", disse o secretário-geral. Badrawi não especificou se estava se referindo à renúncia de Mubarak. Um importante militar pedindo anonimato, afirmou que "nós estamos esperando por ordens que deixarão o povo feliz".
Badrawi disse "esperar" que Mubarak transfira o poder para o vice-presidente, Omar Suleiman. A rede NBC afirmou, citando as fontes no palácio presidencial, que Suleiman assumirá o poder.

Fonte:Ageência Estado
Edição: Antonio Luis





Sarney promete cortar horas extras de senadores

Sarney
O presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), anunciou nesta quinta-feira que pretende acabar com as horas extras de diretores da Casa. A medida seria uma forma de enxugar custos após o anúncio feito pelo governo nesta quarta-feira de cortes de R$ 50 bilhões no Orçamento para este ano.
"Vou determinar que nós tenhamos uma vigilância muito grande em matéria de gastos. A primeira decisão é acabar com esse problema de diretores poderem ter horas extras. Todo funcionário que ocupar cargo de direção não tem direito a horas extras para evitar que ele seja o próprio árbitro da avaliação de que deve trabalhar", disse Sarney.
O peemedebista afirmou que o orçamento da Casa está "equilibrado". Por conta do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento anunciado ontem pelo Executivo, Sarney disse que o Senado terá de avaliar a realização de concurso público prevista para este ano. "Até isso do concurso nós vamos ter que ver diante da nova realidade orçamentária."
As emendas parlamentares estão entre as mais atingidas pelos cortes do Orçamento, mas o presidente do Senado acredita que é preciso avaliar cada uma delas. "Alguma dessas emendas visam obras que já estão em andamento e do maior interesse dos seus Estados, de maneira que eu acho que em alguns casos, o governo deve verificar, mas, no geral, os parlamentares não devem estar isentos de receber cortes que são de interesse do País".
Para Sarney, os cortes são essenciais para manutenção da estabilidade econômica. "Nós devemos contribuir também com a nossa parte para que se chegue a esse objetivo". O presidente do Senado convocou para esta quinta a primeira reunião da Mesa Diretora nesta Legislatura, para discutir a programação de trabalho.

Fonte: Terra
Edição: Antonio Luis



Menino-bomba mata 31 em ataque a instalação militar no Paquistão

Terrorismo
Um atentado suicida nesta quinta-feira (10) matou pelo menos 31 militares e feriu 20 numa instalação de recrutamento no Paquistão.
O ataque ocorreu na cidade de Mardan e foi provocado por um garoto de cerca de 12 anos com uniforme escolar, que entrou no complexo e acionou os explosivos em seu jaleco.
A bomba explodiu quando recrutas cadetes realizavam treinamento no Regimento de Punjab. O mesmo militar disse que, além dos mortos, ao menos 20 pessoas ficaram feridas.
A região vem sendo alvo de manobras do Exército do Paquistão contra braços da al-Qaeda ligados aos insurgentes talibãs.

Fonte: g1
Edição: Antonio Luis



Alimentos terão alta no Brasil causada pelo clima, dizem analistas


Ilustração
 O avanço do preço dos alimentos no país, que fez consumidores mudarem hábitos para driblar o aumento das despesas, começa a dar sinais de desaceleração. As taxas de variação de despesas relativas à alimentação continuam subindo, porém, em ritmo menor do que o observado no final do ano passado. Nesta semana, a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a alta de preços do grupo alimentação e bebidas, que compõe o cálculo da inflação no país, passou de 1,32%, em dezembro, para 1,16% em janeiro.
No entanto, esse movimento de desaceleração não deve manter-se por muito tempo, de acordo com analistas ouvidos pelo G1. Altas temperaturas e valorização das cotações de commodities devem levar os preços, a partir de março, a níveis tão incômodos como os observados anteriormente.
Aliado a isso está a medida anunciada nesta quarta-feira (9) pelo governo federal. Para contribuir para o controle da inflação no país, puxada pelos alimentos, será feito um corte recorde de R$ 50 bilhões no orçamento federal de 2011, o equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB).
"Assistimos ao longo de janeiro a uma intensificação das altas das cotações de várias commodities agrícolas. Mesmo o preço da carne bovina, que registrou deflação em dezembro e, em parte de janeiro, no atacado, poderá voltar ao campo positivo. Essas altas das commodities agrícolas certamente pressionarão os preços no atacado [IPA-Agropecuário/FGV]. Isso, por sua vez, pressionará os preços dos alimentos no varejo", disse Fábio Romão, economista da LCA Consultores.
Entre os itens que tiveram as maiores disparadas de preço estão as carnes bovinas. O alimento chegou a ficar 10,71% mais caro em novembro de 2010, mas já esboça queda de 1,21% no final de janeiro, segundo aponta o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) - tendência que não deverá ser mantida de acordo com o economista da FGV, André Braz.
Tradicional combinação da mesa do brasileiro, o arroz e feijão também apresentou deflação. Segundo o IPC-S, o recuo do item foi de 5,32% no final de janeiro, um pouco acima da redução verificada na semana anterior a essa.
No entanto, analistas já preveem safras piores em 2011. "Milho, soja e trigo não devem continuar com preços bem comportados", disse o economista da FGV.







Salada ainda mais cara

Na contramão das desacelerações estão as variações de preços de legumes e verduras. Conforme aponta levantamento da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), em janeiro foram registrados aumentos significativos devido às chuvas e às altas temperaturas em todas as regiões produtoras da região Sudeste.
“Alguns legumes e, principalmente, as verduras, computaram retração da quantidade ofertada, perda de qualidade e elevação dos preços praticados” analisa o economista da companhia, Flávio Godas. Em janeiro, o Índice Ceagesp teve alta de 4,45% e, nos últimos 12 meses, de 2,05%
As acelerações de preços deverão ser ainda maiores nos próximos meses, segundo Godas, principalmente a partir da segunda quinzena deste mês, mantidas as previsões climáticas para os próximos meses.

Outros pesos

A atenção dos investidores, voltadas para as commodities, bem como o aumento da população urbana mundial, também têm exercido forte influência sobre os preços dos alimentos encontrados pelos consumidores, segundo Romão.
"Os investidores estão cada vez mais vendo no mercado de commodities uma opção rentável de aplicação. Aliado a isso está o aumento da demanda mundial por alimentos e o uso de biocombustíveis." As negociações envolvendo commodities são baseadas nas cotações praticadas nas bolsas de mercadorias de todo o mundo.

Fonte: g1
Edição: Antonio Luis


CAIXAS ELETRÔNICOS DO BB EMITEM NOTAS DE R$ 10 SEM O VERSO IMPRESSO. VEJA!

Frente das Notas


 
Verso das Notas
Caixas eletrônicos do Banco do Brasil emitem cédulas de R$ 10 apenas com a frente sem o verso e cliente processa instituição e dá queixa na Polícia
O estudante universitário do curso de Ciências Contábeis Jonne Adrianni Cardoso de Carvalho prestou queixa na tarde de quarta-feira contra o Banco do Brasil (BB) no 3º Distrito Policial (DP) de Teresina e anunciou que vai impetrar uma ação na Justiça contra a instituição por danos materiais e morais por ter recebido cédulas de R$ 10 sem nada impresso no verso em um caixa eletrônico.
Jonne Adrianni Cardoso Carvalho informou que sacou R$ 30 no caixa eletrônico do Banco do Brasil em um posto de combustível que fica no cruzamento da Rua Benjamin Constant e Avenida Barão de Gurguéia, no bairro Vermelha, na zona Sul de Teresina, às 14h de sábado, e em seguida, foi beber cervejas com a namorada Francisca Simone Batista, e o amigo Frank, na Mercearia do Seu Manoel, no mesmo bairro, quando foi percebido que as notas não tinham na impresso no verso.
"Eu passei constrangimento porque o seu Manoel disse que tinha algo errado nas cédulas porque só tinha um lado impresso. Ficou a desconfiança de que eu tinha tentado passar cédulas falsas. As cédulas são verdadeiras. Acho que na hora da impressão deve ter faltado tinta", falou Jonne Adrianni Cardoso Carvalho.
Jonne Adrianni falou que sacou três cédulas de R$ 10 e duas não tinham nada impresso no verso e uma estava normal. Jonne Adrianni voltou para o mesmo caixa eletrônico às 19h de sábado e sacou R$ 20, sendo que uma das cédulas de R$ 10 que recebeu novamente não tinha nada impresso.
No segundo saque, Adrianni registrou na câmera de seu telefone celular toda a operação de saque do dinheiro com uma cédula de R$ 10 sem verso.
Jonne Adrianni diz que como todos os caixas eletrônicos têm câmera de vídeo os dois saques que fez com cédulas sem verso foi registrado em imagens. "Eu acho que várias pessoas receberam essas cédulas irregulares porque voltei para o mesmo caixa eletrônico novamente e o mesmo problema se repetiu", declarou Jonne Adrianni, que contratou o advogado Doutor Carlos para entrar com uma ação contra o Banco do Brasil.

Fonte: MN
Edição: Antonio Luis





quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Mão Santa é condenado pelo STF a pagar R$ 300 mil a esposa de juiz





Mão Santa Ex-Governador do Piauí
O ex-governador do Piauí Mão Santa (PSC) foi condenado a pagar R$ 300 mil para a viúva do juiz José Alves de Paula. Mão Santa foi acusado de fazer críticas grosseiras à esposa do magistrado quando era governador. O processo tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF) e agora já foi transitado em julgado e já está na fase de execução. O advogado de Mão Santa, Edward Santos confirmou a existência do processo, mas disse que não estava cuidando do caso.












Adriano perde carteira ao se negar a fazer teste do bafômetro

Adriano no Rio
O jogador Adriano, atacante do Roma, da Itália, foi detido na madrugada desta quarta-feira (9), numa blitz da Lei Seca, na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, próximo à Cidade da Música. Segundo os agentes, o jogador que apresentava sinais visíveis de embriaguez, se recusou a fazer o teste do bafômetro.
Segundo o major Marco Andrade, coordenador da Lei Seca, Adriano teve a carteira apreendida e perde assim o direito de dirigir. Ele vai ter de pagar multa de R$ 957. O jogador poderá reaver o documento daqui a cinco dias, depois de pagar a multa. Ele será julgado e, se for condenado, perderá de vez o direito de dirigir. Não há perda de pontos na carteira.
O carro do atacante não foi apreendido, já que ele chamou um amigo para dirigir o veículo até sua casa. Adriano teria chegado ao Rio na última segunda-feira (7).
O G1 tenta desde as 7h20 contato com algum representante do jogador, mas ninguém foi localizado.

Fonte: g1
Edição: Antonio Luis



Justiça eleitoral pode cancelar mais de um milhão de títulos

Levantamento da Justiça eleitoral mostra que 1.472.174 eleitores que não votaram e não justificaram ausência nas três últimas eleições podem ter o seu título cancelado. Para regularizar a situação, eles têm até o dia 14 de abril para ir ao cartório eleitoral mais próximo de sua casa.
O eleitor pode checar no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na opção Serviços ao eleitor, se o seu documento pode ser cancelado.
O TSE informa que a ausência no primeiro e no segundo turnos de uma mesma eleição já soma duas faltas. Além disso, poderão ser contadas faltas nas eleições municipais, suplementares e referendos. Não serão levadas em conta as eleições que tiverem sido anuladas por determinação da Justiça.

Ranking por Estado

Maior colégio eleitoral do Brasil, o Estado de São Paulo registra o maior número de eleitores que poderão ter o título cancelado, um total de 350.816. Em seguida aparece o Rio de Janeiro com 140.339 e Minas Gerais com 131.098. Entre os municípios, São Paulo (capital) também se destaca com o maior número de eleitores irregulares: 110.128 no total.

Eleições anteriores

A atualização cadastral ocorre sempre no ano posterior às eleições. Em 2009, foram cancelados 551.456 documentos.
Em 2007, foram 1.640.317 títulos cancelados. Em 2006, ano posterior ao referendo realizado em 2005, a Justiça Eleitoral retirou dos seus cadastros 569.899 títulos eleitorais. Já em 2005 foram cancelados 1.081.721 documentos, após o registro das ausências ao pleito de 2004.

Consequências

Quem não regularizar a situação do título eleitoral a tempo de evitar o cancelamento do registro, poderá ser impedido de obter passaporte ou carteira de identidade, receber salários de função ou emprego público e obter certos tipos de empréstimos.
A irregularidade também pode gerar dificuldades para nomeação em concurso público, renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo e obtenção de certidão de quitação eleitoral ou qualquer documento em repartições diplomáticas.
Ficam livres da obrigação os eleitores cujo voto é facultativo. São eles: os analfabetos, os que à época da eleição tinham entre 16 e 18 anos e os maiores de 70 anos. Também não estão sujeitos ao cancelamento os títulos dos eleitores portadores de deficiência que impeça o cumprimento das obrigações eleitorais.

Fonte: R7
Edição: Antonio Luis



Após motim, Polícia transfere 14 presos da Delegacia de Pinheiro

Catorze presos, que estavam na Delegacia Regional de Pinheiro, estão sendo transferidos na tarde desta terça-feira (8). Eles serão levados para delegacias nas suas cidades de origem. Mais 36 presos, dos 91 que estavam na delegacia, também serão transferidos assim que as vagas forem liberadas. As transferências fazem parte do acordo entre os presos, que fizeram 15 horas de rebelião da noite de ontem às 13h de hoje, e a polícia.
Os 97 detentos que estavam na carceragem da delegacia reclamavam, principalmente, da superlotação. Na noite de ontem, eles tentaram fugir, mas a ação foi frustrada pela polícia, dando início à rebelião, por volta das 22h.
Durante o motim, seis presos foram mortos, sendo quatro decapitados. Entre eles está o pescador José Agostinho Bispo Pereira, preso, em junho de 2010, por abusar da filha, de ter com ela oito filhos, abusar de uma filha-neta e, ainda, mantê-las em cárcere privado, em um povoado isolado do município de Pinheiro. O caso dele ficou conhecido internacionalmente, e ele passou a ser chamando de "O Monstro de Pinheiro".
Os outros cinco detentos mortos na rebelião foram identificados como: Alexsandro de Jesus Costa Pereira, José Ivaldo Brito, Jorge Luís de Sousa Moraes, Raimundo Nonato Soares Mendes e Paulo Sérgio Cunha Pavão. Os corpos foram levados para um hospital de Pinheiro, por técnicos do Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Imirante
Edição: Antonio Luis



Homem que teve filhos-netos está entre os mortos em rebelião no MA

Agostinho Pereira - morto na rebelião
O lavrador José Agostinho Bispo Pereira, que teve oito "filhos-netos" com duas filhas no Maranhão, foi morto na rebelião iniciada na noite de segunda-feira na delegacia de Pinheiro (350 km de São Luís).
Ao todo, seis corpos, incluindo o de Bispo Pereira, foram retirados das celas, segundo a polícia. Quatro deles decapitados.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado informou que a rebelião foi encerrada.
Os presos reclamavam da superlotação nas celas. A delegacia tem capacidade para 30 pessoas, mas tinha 96, segundo a secretaria.
Cerca de 40 serão transferidos para unidades na capital e em cidades vizinhas.
Bispo Pereira foi preso em junho de 2010, em Pinheiro (340 km de São Luís), sob a acusação de manter em cárcere privado a filha Sandra Maria Monteiro, então com 28 anos. Na época, os filhos-netos tinham de dois meses a 13 anos de idade.
A família morava em um povoado isolado no interior do município, em uma casa de palha, com chão de terra batida, sem água e luz.
Em dezembro, Bispo Pereira foi condenado a 63 anos de prisão pela Justiça do Maranhão por estupro.
Fonte: 180 Graus/The-PI
Edição: Antonio Luis



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Túlio Maravilha chega ao Barras e promete gol cajuína

Túlio Maravilha está em Teresina e deve se apresentar à equipe do Barras nesta terça-feira(08). Em entrevista à Rede Meio Norte, o ex-craque da Seleção Brasileira e do Botafogo disse que está animado para defender o clube piauiense.
Ele elogiou a recepção dos teresinenses na chegada ao aeroporto e disse que vai homenagear os piauienses e a torcida do Barras com o "gol cajuína" no dia 24 de fevereiro contra o ABC de Natal, jogo válido pela Copa do Brasil.
Atualmente, Túlio está com 41 anos e disse que está em forma, igualmente aos bons tempos de Botafogo.
" Hoje estou em plena forma física e com 72 kg, mas o mais importante é a vontade de jogar e a busca pelo milésimo gol, já que hoje tenho 947 gols e busco o mesmo feito de Romário e Pelé", disse ele.
Túlio despontou para o sucesso no Botafogo-RJ e foi artilheiro nacional por três vezes.
Fonte: MN
Edição Antonio Luis







Torcedores e familiares se despedem de William Morais com o hino corintiano durante enterro; fotos

 A Multidão se emociona com último adeus a William Morais. Ex-corintiano foi enterrado sob aplausos e com o público cantando hino do clube alvinegro em Osasco. William foi enterrado com uma bandeira do Corinthians sobre seu caixão.

A mãe de William Morais era uma das mais comovidas entre os presentes no enterro. Jogador foi enterrado no Cemitério Santo Antônio, em Osasco. Cerca de 1.500 pessoas se despediram de William Morais em Osasco.
Público vai às lágrimas acompanhando enterro de ex-corintiano





Fonte: Terra
Edição: Antonio Luis

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

STF provoca confusão com suplentes

Ministro Gilmar Mendes do STF
Em dezembro do ano passado, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) determinaram que a Câmara dos Deputados empossasse o primeiro suplente do partido, e não da coligação, no lugar do ex-deputado Natan Donadon (PMDB-RO), que havia renunciado ao mandato. A decisão, em caráter liminar, instalou dúvidas jurídicas e suscitou críticas ao STF. Isso porque pode modificar a composição das bancadas federais, já que pelo menos 41 parlamentares se licenciarão para assumir secretarias e ministérios. Se prevalecer a decisão do Supremo, as vagas serão preenchidas de uma forma diferente da que a Câmara vem usando há cinco décadas.


Um critério que está sendo usado agora, para empossar suplentes que entram nas vagas dos atuais parlamentares, como, por exemplo, os deputados José Eduardo Cardozo (PT-SP), que assumiu o Ministério da Justiça, e Antonio Palocci (PT-SP), titular da Casa Civil. De todos os titulares da atual legislatura que se afastaram dos cargos para assumir posições no Executivo, nenhum foi substituído da forma determinada pelo Supremo.
A confusão se dá porque suplentes estão entrando no STF pedindo que a mesma decisão tomada no caso de Natan Donadon os favoreça. Até o momento, dois já apresentaram mandados de segurança pedindo para serem declarados como  o primeiro da fila. Desta maneira, assumiriam o mandato de deputado federal logo após os titulares dos cargos se afastarem para atuar no Executivo. O último deles foi Carlos Victor da Rocha Mendes (PSB). Com 27.286 votos, ele foi diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) como segundo suplente da coligação formada pelo PSB e pelo PMN.
Ele quer que o Supremo conceda uma liminar para entrar na vaga deixada por Alexandre Cardoso (PSB), eleito deputado federal e confirmado por Sérgio Cabral para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro. Pela regra usada, que determina que toma posse o suplente mais votado da coligação eleita, quem assume no lugar de Alexandre Cardoso é Alberto Lopes, do PMN.
Além dele, também entrou no STF e espera o recesso do Judiciário acabar o suplente Humberto Souto (PPS-MG). O caso dele é o mesmo de Rocha Mendes. Ele quer ficar na vaga de Alexandre Oliveira (PPS-MG), eleito deputado e que tomou posse como secretário de Gestão Metropolitana do governo mineiro. No mandado de segurança, Souto usa como argumento parte da decisão do STF em dezembro. Ele argumenta que os efeitos da coligação cessam com o fim das eleições. A partir daí o que vale, na visão do suplente, é o desempenho do partido.

“O ministro não entendeu”

A lógica da maioria dos ministros do STF contraria o que está previsto no Código Eleitoral. Nele, está a previsão de que, para as eleições, as coligações equivalem a um partido político. “Isso indica que o ministro não entendeu como funcionam as coligações para as eleições proporcionais”, disparou o cientista político da Universidade de Brasília (UnB), David Fleischer. Ele se referiu ao voto do ministro Gilmar Mendes, relator do caso no Supremo que abriu toda a polêmica.
No dia 9 de dezembro do ano passado, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) concederam liminar em Mandado de Segurança (MS 29988) impetrado pela Comissão Executiva do Diretório Nacional do PMDB e determinaram que a vaga decorrente da renúncia do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), ocorrida no último dia 27 de outubro, seja ocupada pela primeira suplente do partido, Raquel Duarte Carvalho. Pelo critério da coligação, quem deveria ter tomado posse era Agnaldo Muniz. Mas havia uma particularidade no caso dele. Quando Donadon renunciou, Agnaldo Muniz já não estava mais filiado ao PP, o partido que se coligara ao PMDB nas eleições de 2006.
Mendes, no seu voto, disse que a jurisprudência, tanto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quando do STF, é firme no sentido de que o mandato parlamentar conquistado no sistema eleitoral proporcional pertence ao partido. Como base, ele usou a resolução do TSE que regulmentou a fidelidade partidária. A norma estabelece que o mandato pertence à legenda, e não ao candidato. Em segundo lugar porque a formação de coligação é uma faculdade atribuída aos partidos políticos para disputa do pleito, tendo caráter temporário e restrito ao processo eleitoral. O problema, na opinião dos que divergem da decisão dos ministros, é que a relação dos suplentes no caso da Câmara obedece a um resultado eleitoral: eles são os mais bem votados logo abaixo daqueles que foram eleitos deputados. Se a coligação foi usada no cálculo da escolha dos titulares, logicamente deve ser usada também no caso do suplentes.

Queda de braço

“A coligação foi feita lá atrás, espero que essa decisão do STF seja revista”, afirmou o deputado Augusto Carvalho (PPS-DF). Eleito federal em 2006, não conseguiu a reeleição na eleição passada. Acabou ficando como segundo suplente na coligação entre PPS e PT. Como dois petistas fazem parte do governo de Agnelo Queiroz (PT) – Geraldo Magela e Paulo Tadeu –, ele deve assumir o mandato após a posse dos eleitos.
No entanto, se o Supremo confirmar o entendimento de que deve assumir o primeiro suplente do partido, e não da coligação, Carvalho pode perder o cargo. O parlamentar, que chegou a ser secretário de Saúde no governo de José Roberto Arruda (ex-DEM), pode ser substituído por João Maria, petista que obteve 2.199 votos em outubro passado, cerca de 16 mil a menos do que Augusto (18.893).
Augusto tem confiança que a Câmara mantenha o entendimento do caso de Natan Donandon. Ao receber a decisão do Supremo, o vice-presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), enviou a decisão para ser analisada pelo corregedor ACM Neto (DEM-BA). A Mesa Diretora, com base em relatório feito pelo demista, decidiu cumprir a determinação do STF. No entanto, resolveu que ela só valeria para o caso específico, não passaria a ser usada como regra para os demais, a não ser que eles também entrassem na Justiça. Ou seja: a decisão da Câmara pode estabelecer uma queda de braço com o Supremo, caso ele mantenha a decisão ao julgar outras ações.
“Se a decisão do STF for estendida aos outros casos, isso vai desvirtuar o processo eleitoral brasileiro, pois as coligações, na prática, anulam individualmente os partidos e têm efeitos que vão até depois das eleições. Não vejo como o Supremo poderia mudar esse entendimento, que é histórico”, disse o corregedor da Câmara no seu relatório. A decisão da Casa ocorreu em 1º de janeiro, logo após a posse de Dilma Rousseff como presidenta da República.
Um dos pontos do relatório de ACM Neto é que os efeitos das coligações duram toda a legislatura. Afinal, o quociente partidário foi calculado com base na votação da união dos partidos nas eleições. “Permitir que as coligações tenham efeito para a formação do quociente partidário e, depois, cassar dos partidos que a compuseram até mesmo o direito à suplência gera situações profundamente iníquas em relação às siglas coligadas e ao eleitorado”, apontou o deputado baiano.

“Idiota”

David Fleischer não poupa o Supremo, na decisão que considera totalmente equivocada. Para ele, a postura do STF foi “idiota e pontual”. No entendimento do cientista político da UnB, a interpretação da Câmara, diante da confusão, foi correta. Ele vislumbra, no caso, uma boa oportunidade para os parlamentares apresentarem um projeto de reforma política que acabe com divergências do tipo. Porém, lembra que os deputados tiveram outras oportunidades, como na resolução que regulamentou a fidelidade partidária. “Naquela oportunidade, a Câmara se mostrou inábil. A mesma coisa deve acontecer agora”, opinou Fleischer.
Em entrevista à Agência Câmara, o ex-ministro do STF Carlos Velloso avalia que um precedente importante foi aberto para futuras manifestações do tribunal. “A decisão do Supremo está correta, pois se o mandato pertence ao partido é o suplente do partido que deve assumir, mas foi aberto um precedente sério e isso deverá levar outros partidos a pleitearam o mesmo”, declarou. Há duas semanas, a vice-presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, afirmou em Belo Horizonte que a corte eleitoral deve iniciar os trabalhos deste ano resolvendo as divergências sobre a nomeação de suplentes na Câmara dos Deputados e nas assembleias legislativas.
Fonte: Congresso em Foco
Edição: Antonio Luis

Veja a incrível luta entre um sapo e uma cobra

Em 1º programa de rádio, Dilma elege saúde como prioridade

Dilma e Lula
A presidente Dilma Rousseff apresenta na manhã desta segunda-feira (7) a primeira edição do programa de rádio “Café com a presidenta”.
O episódio foi gravado na última sexta-feira (4) pela estatal EBC (Empresa Brasil de Comunicação), e deve abordar a distribuição gratuita de remédios para o tratamento de hipertensão e diabetes – medida anunciada na semana passada.
De acordo com a estatal, o programa será transmitido, via satélite, em quatro horários: 6h, 7h, 8h30 e 13h, sempre às segundas-feiras.
Criado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, o programa “Café com o presidente” foi mantido durante os oito anos de seu governo, com 279 edições.
No último episódio do ex-presidente, veiculado no dia 27 de dezembro do ano passado, Lula aconselhou a sucessora a manter a ferramenta.
- Eu acho que ela deve continuar porque é um programa que tem tido um êxito extraordinário. Muitas das coisas que nós falamos aqui repercutem na televisão, à noite.
O “Café com a presidenta” programa pode ser transmitido por qualquer rádio brasileira interessada no produto.

Fonte: R7
Edição: Antonio Luis



sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

POLICIAIS OBRIGAM SUSPEITOS A SE BEIJAREM

A polícia de Pernambuco está, mais uma vez, envolvida em denúncias de humilhação e homofobia. Na última quarta-feira, 02, o "Jornal do Commercio" procurou o secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, para apresentar denúncia contra policiais do Batalhão de Rapiopatrulha que participaram de uma sessão gratuita de preconceito e desrespeito aos direitos humanos.

Em um vídeo postado no Youtube em julho de 2010, os agentes de segurança aparecem obrigando dois suspeitos a se beijarem na boca e dizer que se amam. Um policial encapuzado pode ser visto atrás dos presos, vibrando quando os homens, visivelmente constrangidos, encostam a boca um no outro.
"Bota a língua para fora, rapaz. Que coisa linda o casal", diz um dos policiais. Os detidos são ainda chamados de "macaco". Wilson Damázio se comprometeu em identificar os envolvidos e submetê-los à investigação da Corregedoria e, possivelmente, expulsão da corporação.
Um caso parecido foi registrado também em Pernambuco em 2008, quando agentes da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas São mostrados em um vídeo obrigando dois suspeitos a se beijarem.
Vejam o vídeo na postagem a seguir.

Fonte: Mix Brasil
Edição: Antonio Luis



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