terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sequestrador Maranhense tentou jogar avião no Planalto 13 anos antes do 11/9


Maranhense havia perdido o emprego e culpava o presidente da República.
Para piloto de avião sequestrado em 1988, risco no Brasil 'ainda existe'.

Tahiane StocheroDo G1, em São Paulo
Mais de uma década antes de terroristas da al-Qaeda usarem aviões como mísseis contra as torres gêmeas do World Trade Center, nos Estados Unidos, um brasileiro armado tomou um voo da Vasp com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto, em Brasília. Desempregado, o maranhense Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, culpava o governo por sua situação e queria atingir o centro do poder político do país.
"O que ocorreu com o voo 375 da Vasp foi como os atentados a Nova York e Washington. O meu sequestrador tinha a mesma intenção que os terroristas, só que não conseguiu alcançar o seu objetivo. E o risco ainda existe, tanto que o 11 de Setembro ocorreu”, afirma o comandante Fernando Murilo de Lima e Silva, de 60 anos, em entrevista ao G1.
O piloto nunca vai esquecer o dia 29 de setembro de 1988, quando o Boeing 737-300 da Vasp que comandava foi sequestrado.

Durante o voo, ele viveu momentos de terror quando o maranhense, armado de um revólver calibre 32, matou seu copiloto, Salvador Evangelista. "Ele levou um tiro na cabeça quando pegou o rádio para responder a um chamado da torre de controle de Brasília", lembra Murilo. Outro copiloto, que estava na aeronave como passageiro, foi ferido ao tentar impedir a ação do criminoso. (Veja no vídeo acima reportagem do Jornal Nacional sobre o caso na época)
comandante murilo avião sequestro (Foto: José Paulo/AE)Comandante Murilo deixa hospital após ter sido 
baleado na perna no desfecho do sequestro
(Foto: José Paulo/AE)
“O meu sequestro foi um dos primeiros com aviões no país. Desde então, muita coisa mudou. Mas foi um processo lento de conscientização pela melhoria da segurança na aviação. Naquele tempo, não havia nem detectores de metais nos aeroportos”, relembra o comandante que, passados 23 anos da tragédia, continua voando como piloto de cargueiro no Rio de Janeiro.
O voo 375 da Vasp fazia o trajeto Porto Velho-Rio de Janeiro, com escala, dentre outros lugares, em Belo Horizonte, onde o maranhense entrou armado. Estavam a bordo 135 passageiros e oito tripulantes.
“A ação começou quando já estávamos sobrevoando os céus do Rio de Janeiro. Ele gritava: ‘eu quero matar o Sarney. Quero jogar o avião no Planalto!", diz o piloto. "Na época, eu não tinha ideia de que aquilo poderia ocorrer".

Após a ação, o piloto solicitou às companhias aéreas a instalação de portas blindadas na cabine de pilotagem dos aviões.

Cerco policial em Goiânia
Raimundo Nonato havia perdido o emprego em uma construtora devido à crise econômica que o país enfrentava e acreditava que a culpa era do presidente, na época José Sarney (PMDB), que governou o país entre 1985 e 1990.
Na ação, o sequestrador exigiu que o avião se dirigisse do Rio a Brasília. Como o combustível da aeronave estava acabando devido à mudança de rota, o comandante conseguiu convencer o sequestrador a pousar o Boeing em Goiânia.
“Podíamos despencar a qualquer momento. Mas ele não estava nem aí. Era doente, estava para o que desse”, acrescenta. Ao pousar em Goiânia, o avião foi cercado pela Polícia Federal, onde o sequestrador decidiu seguir para Brasília em uma aeronave de menor porte, levando o comandante como refém. 

“Ele tentou subir em um Bandeirante que estava estacionado próximo ao Boeing para fugir. Foi nessa hora que eu corri. Um agente da PF conseguiu lhe acertar no quadril, mas o sequestrador ainda teve tempo de atirar, e me acertou na perna”, relembra.

“Hoje, é mais difícil ocorrer um sequestro como aquele no país, acho que pode se repetir apenas em aeronaves menores, ou em aeroclubes pequenos. Os aeroportos possuem detectores de metais, mas muita coisa ainda precisa melhorar até a Copa do Mundo de 2014 para não termos nenhum risco”, acrescenta.
Sequestros durante o regime militar
Pelo levantamento do historiador Ivan Sant'Anna, houve no Brasil pelo menos dez sequestros de aeronaves, a maioria durante o regime militar.

“Na época, criminosos costumavam sequestrar aviões para fugir para Cuba. Lá, recebiam asilo e depois o avião era devolvido ao país. Para os passageiros, era como um passeio a mais, porque nunca houve nenhum ato com agressão antes do sequestro do voo 735 da Vasp”, diz Sant'Anna, que é pesquisador na área de acidentes aéreos. (No vídeo acima, passageiro relembra a calma do comandante do voo)
Hoje, diz ele, são raros casos de sequestros de aeronaves no Brasil. “Sei de casos isolados de roubos de aviões pequenos, às vezes fazendo o piloto como refém, em aeroclubes de pequeno porte, em que não há tanta segurança ou detectores de metais. Normalmente, estes aviões são usados para tráfico ou comércio ilegal”, afirma.
 O último caso de repercussão ocorreu em março de 2009, quando um homem roubou um monomotor no Aeroclube de Luziânia e acabou caindo sobre um shopping em Goiânia. O piloto, de 30 anos, e sua filha, de 5 anos, morreram.

Questionada sobre o que mudou em relação à segurança do transporte aéreo para impedir crimes e sequestros a bordo de aeronaves desde 1988, a Polícia Federal não se manifestou.
Fonte: G1
Edição: Antonio Luis

Ex-jogador Sócrates volta a ser internado em SP


Jogador sofre de cirrose e voltou a ter hemorragia digestiva.
Ele foi internado nesta segunda-feira no Hospital Albert Eistein.

Do G1 SP
O ex-jogador Sócrates foi novamente internado em estado grave no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, nesta segunda-feira (5). Ele sofre de cirrose e voltou a ter hemorragia digestiva.  Sócrates teve alta no sábado (27) depois de nove dias internado por causa de uma hemorragia digestiva.
 
Em entrevista ao Fantástico gravada após ter alta, Sócrates contou como a bebida quase o levou à morte. Ele reconheceu que era dependente de álcool.

“É nessas horas que a gente cresce. Saio muito mais forte, muito maior e com muito mais compromissos e responsabilidades que eu tinha antes”, resumiu. 

O ídolo corintiano, do calcanhar inconfundível e formado em medicina falou ao abertamente sobre a doença que quase o levou à morte e os problemas com bebida alcoólica. “Eu tenho um ponto cirrótico. É uma lesão que não é tão grave, mas ela em localizada em área hipersensível do fígado. Essa lesão é causada, fundamentalmente, por álcool”, disse Sócrates. 
Fonte: G1
Edição: Antonio Luis

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Menino trancado em casa pela mãe liga para a polícia para pedir ajuda


Mãe deixou ele e dois irmãos em casa, na Grande São Paulo.
Segundo a polícia, criança era vítima de agressão.

Do G1 SP
Um menino de 12 anos ligou para a Polícia Militar para pedir ajuda porque sua irmã de 5 meses estava com fome. No sábado (3), ele e outros dois irmãos, de 2 anos e de 5 meses, foram encontrados trancados em casa, no Jardim das Oliveiras, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. A gravação telefônica mostra o pedido de socorro do menino à PM.
PM: Polícia Militar, emergência, bom dia.
Menino: Bom dia, moço. É que a minha mãe me deixou aqui preso com os meus irmãos e é quase sempre ela faz isso. Aí a minha irmã está sem leite. Tá sem alimento. O que que eu poderia fazer?
PM: Você tem quantos anos?
Menino:12 [anos]
PM: E a sua irmã, que está com você, está com quantos anos?
Menino: A minha irmã tem 5 meses.
O pai das crianças tinha ido para o trabalho e a mãe, segundo o filho, saiu de casa para fazer ciúmes no marido. “Ela tá com birra do meu pai, aí ela me deixou preso, pro meu pai, tipo, ele foi trabalhar, ela tem ciúme do meu pai”, contou o menino, que revelou sofrer agressões. “Todo sábado, todo domingo. Ela também me bate, me deixa com lesões. Já queimou a minha mão, já queimou a minha barriga”.
As crianças foram libertadas pela polícia e o Conselho Tutelar, acionado. Segundo a polícia, o menino de 12 anos apresentava sinais de violência. Segundo a PM, o caso já havia sido denunciado no Disque Denúncia da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
O pai é pedreiro e trabalha em São Bernardo do Campo, no ABC. Ele foi chamado e disse que não sabia de nada. Por orientação do Conselho Tutelar, as crianças foram devolvidas para o pai, que terá que apresentá-los nesta segunda-feira (5) no conselho.
Fonte: G1
Edição: Antonio Luis

'Política do medo' perpetua trauma do 11 de Setembro


Confusão, ansiedade e uma certa fadiga são os resultados principais de dez anos de políticas que cultivaram o medo, uma das consequências mais visíveis dos atentados de 11 de Setembro na sociedade americana.
Leia na Folha desta segunda-feira: Para psicólogos, reação exagerada afetou crianças
Visto como maior preocupação de quase metade dos americanos após os atentados, em 2001, o risco de um ataque terrorista não é prioridade hoje nem para 1% deles, indicam pesquisas.
Mas, embora o movimento seja natural, dado o distanciamento histórico e a ascensão de problemas mais urgentes como a crise econômica, ele abriu cicatrizes resistentes: 36% temem ser vítimas de um futuro ataque.
Para especialistas, esse clima de medo constante, mesmo subjacente, pode ser lido como trunfo do terrorismo.
Spencer Platt/Getty Images/France Presse
Vista do World Trade Center, que se prepara para lembrar os dez anos do ataque às torres
Vista do World Trade Center, que se prepara para lembrar os dez anos do ataque às torres
"Os americanos se tornaram mais passivos por conta de promessas irrealistas do governo", disse à Folha Brian Michael Jensen, historiador e veterano do Vietnã, que serviu no governo Bill Clinton (1993-2001) e que hoje atua na consultoria de segurança Rand. "Tentamos abolir o risco de nossa sociedade por completo", diz o especialista, que costuma ser consultado pelo Congresso americano. "Isso é impossível."
Do final de 2001 a 2006 -quando foi desmantelado um plano envolvendo aviões vindos de Londres pros EUA-, os americanos viveram mergulhados em um estado constante de alerta.
Nos três primeiros anos, notícias de que um novo plano havia sido desmantelado pelo governo inundavam a mídia semanalmente.
"O maior problema da cultura do medo é que as pessoas ficam com níveis mais altos de ansiedade, que atrapalham seu sono, seu raciocínio ou mesmo seu envolvimento na comunidade", afirmou à Folha o sociólogo Barry Glassner, autor de "Cultura do Medo" (1999, com edição revista agora).
A sensação perene de insegurança foi reforçada por atentados espetaculosos em Madri (2004) e Londres (2005). Mas não por um ataque nos EUA, que, segundo os analistas, vivem seu mais longo período de calmaria em quase cinco décadas.
Analistas políticos, na época, atribuíram a essa manipulação do temor popular a reeleição do republicano George W. Bush, amparado pelo então cultuado "establishment neoconservador".
"O medo do terrorismo já existia [nos EUA] antes de Bush. Mas Bill Clinton não o usou nas eleições como Bush o usou em 2002 e 2004", escreveu à Folha John Judis, editor da revista "New Republic" e pesquisador no centro de estudos Carnegie Endowment for Peace.
"Philip Roth, em 'A Marca Humana', que se passa nos anos 90, já falava do terrorismo como o grande medo a substituir a União Soviética."
A política, contudo, foi equivocada, na avaliação dos entrevistados. "Os alertas deveriam levar em conta a probabilidade de o risco se concretizar, e a chance de um americano morrer ou ser gravemente ferido em um ataque terrorista é muito baixa", diz Glassner. "Protegeríamos melhor as pessoas se focássemos em perigos mais prováveis."

Fonte: Folha.com
Edição: Antonio Luis

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Autora de 'Dormi na Praça' tem carro apreendido no interior de SP


Autora da música "Dormi na Praça", que ficou conhecida nacionalmente nas vozes de Bruno e Marrone, Fátima Leão, teve o carro apreendido na tarde desta quinta-feira (1º) em Franca (400 km de São Paulo).
Segundo a Polícia Militar de Franca, a cantora e compositora de 56 anos foi vista dirigindo e falando ao celular no centro da cidade. Policiais anotaram a placa do veículo, que é de São Paulo, para fazer a autuação.
Ao verificar o número da placa do veículo no sistema, os policiais verificaram que o carro estava com o documento vencido. Segundo o policial militar Carlos Rodrigues, o Pajero que Fátima dirigia não estava em dia com o CRLV (Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo).
O Pajero foi apreendido e recolhido ao pátio local.
Segundo Rodrigues, Fátima disse que o carro estava em meio a um processo judicial de divórcio e que, por isso, não havia feito a transferência ainda.

Fonte: Folha.com
Edição: Antonio Luis

Baixo índice de colesterol não exclui risco de ataque cardíaco


Médicos alertam que analisar os índices de colesterol separadamente é um equívoco perigoso. A taxa pode ser considerada alta, e o indivíduo ser perfeitamente saudável, e vice-versa.

Éverton Oliveira - Redação Saúde Plena 
Muita gente tende a ver o check-up de maneira simplificada demais. E ao analisar uma série de resultados de exames sobre o andamento da saúde, observa a taxa de colesterol como grande prioridade. E por trás dessa preferência está escondido um mito, gerado pela simplificação desta importante análise: as pessoas aprendem que níveis baixos de colesterol significam alívio, enquanto que o colesterol alto representa preocupação e risco de ataque cardíaco. Mas o HypeScience – site que apresenta conteúdo científico voltado para a saúde e outras áreas –  alerta que a relação não é tão simples assim, o que tem preocupado médicos americanos. 

Segundo artigo assinado por Stephanie D’Ornelas publicado no site, o que prova que o colesterol medido em exames não quer dizer necessariamente que exista um risco iminente de infarto é que os níveis de quem tem problemas cardíacos é quase igual ao de pessoas saudáveis, ou seja, não há diferença notável. Tanto, que o nível médio de colesterol LDL (o chamado “colesterol ruim”) de quem está no hospital, com problemas no coração, é de 105, o que é considerado “quase ideal”. Metade dos pacientes americanos, em 2009, tinha LDL abaixo de 100, cuja classificação costuma ser “de baixo risco”.

É também em apenas metade dos pacientes com ataque cardíaco que se verificou “colesterol alto” (acima de 240), e 20% deles tinham essa taxa abaixo de 200, o que os coloca na taxa “segura” quanto a problemas no coração. O colesterol analisado isoladamente, portanto, não representa um bom indicador para avaliar a saúde do coração.

Esse “falsa medida” acontece porque os exames medem o colesterol a partir do sangue. Esse exame desconsidera, por exemplo, o LDL que se acumula em placas na parede dos seus vasos sanguíneos, que é justamente o que entope artérias e pode causar infartos.

Este engano causa dois problemas. Uma pessoa pode ter a parede limpa de LDL, mas uma taxa elevada de colesterol no check-up. Não é motivo para preocupação, mas ela provavelmente vai gastar um bom tempo em consultórios até se convencer disso. O inverso é ainda pior. O paciente recebe a taxa de colesterol no sangue, que é tida como normal, mas ignora que suas artérias estão se obstruindo com muros de LDL, e o ataque cardíaco pode ser fulminante.

Os dois tipos de colesterol, “LDL” (o ruim) e o “HDL” (bom) se equilibram no corpo. A “virtude” do HDL é justamente a capacidade de retirar as placar de LDL das paredes da artéria e limpar as vias sanguíneas. Quando a quantidade de LDL ultrapassa capacidade de limpeza do HDL, a artéria começa a se obstruir. Estudos recentes também apontam que o “bom colesterol” em excesso pode representar riscos à saúde do coração. Ainda não se conhecem com precisão os níveis saudáveis dessa balança entre os dois tipos de colesterol, mas é certo que eles exercem papel significativo nos casos de doenças cardiovasculares.

Portanto, você não deve confiar plenamente quando seu índice de colesterol é dado como bom. Muitas outras variáveis estão envolvidas na avaliação de como anda a saúde do seu coração. Nesse sentido, a realização sistemática de check-ups continua sendo importantíssima. Escute os conselhos de seu médico e dê atenção a todas as outras referências ponderadas nos exames. Só assim você terá garantias de uma Saúde Plena! 

Fonte: Correio Braziliense
Edição: Antonio Luis

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

PROTESTOS: O CAOS SE INSTALA EM TERESINA

Avenida Maranhão  (Ônibus depredados)

Manifestantes na Sede da Prefeitura de Teresina
Uma onda de protestos se instalou em Teresina desde de segunda-feira (29/08), onde; estudantes, entidades sindicais e a sociedade de um modo geral, estão insatisfeitos com a majoração do preço da passagem de ônibus que saltou de r$ 1,90 para r$ 2,10. Os manifestantes bloquearam as avenidas Frei Serafim com Miguel Rosa no centro da cidade e desencadearam um quebra-quebra geral em ônibus que circulavam por estas avenidas dificultando a vida da população. Uma comissão de estudantes foi recebida pelo Prefeito Elmano Ferrer na noite de segunda-feira mas não obtiveram do Prefeito nenhuma proposta que pudesse parar com os protestos.

Os manifestantes invadem a sede da Prefeitura exigindo do Prefeito uma resposta para que a passagem volte ao valor de r$ 1,90. Sem nada conseguirem, os manifestantes continuaram os protestos de forma mais violenta e o comando dos manifestantes disseram que só vão parar quando obtiverem do SETUT (Ogão da Prefeitura que regula os preços das passagens) uma proposta concreta com relação as planilhas apresentadas para a majoração dos preços.

Um boneco dentro de um caixão simbolizando o Prefeito


Hoje, (01/09), as 14:00hs as empresas de ônibus pararam suas atividades depois que vários  veículos foram danificados na Avenida Maranhão. As populações dos bairros são as mais prejudicadas com os protestos uma vez que dependem dos coletivos para se deslocarem para o trabalho. Notícias de um Portal da cidade dão conta de que o Prefeito Elmano Ferrer foi taxativo e disse que não vai ceder; enquanto isso, os protestos continuam e a cada momento de forma mais acentuada.

Por: Antonio Luis/Teresina-PI
Fotos: Portal 180Graus/The-PI